Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2010

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publicado por poemasdaminhavida às 22:56
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Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2010

Felicidade

Felicidade

 

Olho e vejo, folhas soltas pelo chão

É o pronuncio do Outono a chegar

Versejo sobre a estação versátil 

No alto do monte, a brisa da manhã me acaricia

Respiro, penso e olho

O que vejo?

Montes e vales de amargura

Apenas e tão só, vejo o nada que sou

Lamento e choro, o que não vivi e o que sofri

Lágrimas teimosas, ameaçam cair

Nada sou

Apenas sei, que sou filha do mar

E sempre serei cria Insular

Um rosário eu vou rezar

As contas vão desfiar, para sempre te vou Amar

 A felicidade irei procurar

Mas será que a vou encontrar?

 

Manuela Bulcão

publicado por poemasdaminhavida às 17:52
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Musa

Musa

 

Som ténue cai na minha pele

A tempestade solta ecos de tentações obscuras

Sinto tais volatilidades numa impavidez desconcertante

Espero pelo toque terno de uma musa.

 

A mulher que embala tais anseio existe

Sua existência reveste-se de luz

Aceita esta realidade

Esta tentação de seda, esta busca atenta

 

Na minha fragilidade vislumbro caminhos finitos

Caminho só, vaguei sempre pela multidão

Suja de intenções banais

Mas tudo tem um significado, uma intenção.

 

Ergo-me do caos imperado nestes tempos de trevas

O meu corpo expõe as suas asas terrenas sobre o teu rosto

Face luzidia e carinho

Sussurro a ti, a minha musa…

Canções de esperança!

 

 

Manuela Bulcão

publicado por poemasdaminhavida às 17:51
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Saudade

Saudade

 

Adormeço e sonho contigo

Entro num túnel, percorrendo o labirinto da saudade

Ao fundo vislumbro luz e penso na liberdade iminente

Sonho contigo, meu Amor

Ósculos, promessas e juras de amor eterno

Noites de ternura, orgasmos e gritos de loucura

Somos escravos de um amor impossível

Será isto um sonho?

Transpiro, ofegante nesta corrida luxuriante

Transponho o vácuo da paixão desenfreada

Sou escrava do amor inconstante

Sou deusa do mar, amante furtiva

E quando acordo, estou só

E mergulho no abismo da realidade

Choro lágrimas de saudade

Vagueando tão só na solidão

Isto foi apenas um sonho que sonhei.

 

Manuela Bulcão

publicado por poemasdaminhavida às 17:48
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Sinestesia do Amor

Sinestesia do Amor

 

Amor...

Substancia invisível da existência humana

Rio permanente de emoções

Metamorfismo frio dos ossos terrenos

Calor gélido da pele

 

Amor...

Intrusão dura na luz da solidão

Emoção esvoaçante da torrente

Caos organizado da sinestesia

Liquido sólido da ilusão

 

Amor...

Abraço distante da metáfora

Magma sedimentar da esperança

Orgasmo impotente da paixão

Laivo de fúria sistemática

 

Amor…

Inconstância e partida

Solo e abrupto rochoso

Diastrofismo e melodia musa

Nada e tudo

 

Amor…

Humano!

 

 

Manuela Bulcão

publicado por poemasdaminhavida às 17:46
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...

Amor

 

Dois corpos suados

Epiderme translúcida de desejo

Gotículas de amor e paixão

Corpos suados, amor loucura

Amantes fugidios, desejo ardente

Destino cruel, amores separados

Amor sofrido âmago e dor

Tudo e nada…geograficamente perturbado p”la distancia

Dor finita, dois corpos num só

Espelhos, reflexo da existência, vivida

Destino marcado recicla emoções intensamente vividas,

Frustrada sangro e transpiro, grito calada ao vento

Reflexo de dor e amor contido, meramente vivido

Amantes fieis ao AMOR que os UNE

  

Manuela Bulcão 
publicado por poemasdaminhavida às 17:43
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A outra metade

A outra metade

 

Tardiamente te encontrei, meu amor

Acreditei, procurei e encontrei

“Amor”

Eu sabia eu sentia que existias

Nas lagoas eu te via, podia ser na verde ou na azul

Eu via era real, não era imaginação era o coração que dizia

O encontro foi real, a conversa foi banal

Nossos corações se uniram e o puzzle encaixou

 Eras tu

O amor continua, o que fazemos?

 Resignamos? Ou prosseguimos?

Ergo os olhos ao céu em prece muda

E agradeço os momentos que vivi.

Lágrimas de amargura e felicidade me caiem no regaço

 Fui feliz

O pouco que me deste foi muito para mim

Queria mais, mas não estou completa

Infelizmente é o fim sem meio

Não e o princípio de um grande

AMOR.

 

Manuela Bulcão

publicado por poemasdaminhavida às 17:40
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