Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2010

Sintese Manuela Bulção

Manuela Bulcão, oriunda da cidade da Horta, ilha do Faial-Açores, actualmente a residir no Porto. Tirou o curso de Óptica e Contactologia , bem como diversas especializações dentro do mesma àrea, tendo exercido até 2008. Desde cedo demonstrou grande afectividade por poesia e escrita, tendo até um certo dom para esses efeitos. Considera-se uma sonhadora incurável, dizendo que o céu é o seu limite, também se considera romântica e uma eterna apaixonada, pela vida e pelos que a rodeiam. Em suma, nasceu para amar, tendo como arma a sua escrita.A Filha de Ninguém é seu primeiro Romance. Actualmente encontra-se a compilar um livro de Poesia.

 

 

Manuela Bulcão

publicado por poemasdaminhavida às 16:38
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Plenitude

Plenitude

 

Foram horas e minutos

Valeu a pena meu Amor, nunca é tarde

Momentos exuberantes de prazer sem limites, barreiras ou fronteiras

Paixão… Ternura e muita loucura

Tu me conduziste, tu me ensinaste a plenitude do prazer infinito

Fui mulher, fêmea e amante

Contigo percorri, trilhos escaldantes de desejo

Flutuamos nas nuvens

O céu era o limite, a meta o arco-íris

Não há Amor proibido, apenas Amor contido

Amor, por ti suspiro, por ti transpiro

Quero sempre te amar, tenho tanto para te dar

Tenho a certeza…Não foi sonho, não foi Magia

 Apenas e tão só Amor.

 

Manuela Bulcão
publicado por poemasdaminhavida às 16:33
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Adeus/ Não-Adeus

Adeus/ Não-Adeus

 

Qual o significado desta pequena palavra?

Entrada na inexistência pura da saudade

Tanto a proferi nesta existência

Somos companheiros do pesar

Amantes furiosos das ondas de uma mera tempestade

 

Não me queria despedir de ti eternamente

Sinto-me frágil na tua presença distante

Do outro lado do oceano estás

Num quarto sonolento estou prostrada

 

Nunca te direi ADEUS, meu amor !

Tatuaste-me e acariciaste esta fera

Agora mergulho o meu corpo cansado na escuridão

Sempre a pensar na tua essência que desconheço…

 

Um NÃO-ADEUS para ti!

 

 

Manuela Bulcão

publicado por poemasdaminhavida às 16:30
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Ilhas Encantadas

Açores paisagem única, visão imaculada

Fontes da vida, Águas puras inócuas

 Água translúcida, pura fonte da vida

Vegetação única da natureza, intocável terra orvalhada

Arquipélago

Ilhas encantadas, meus olhos brotam lágrimas perpétuas

A saudade, do cheiro a maresia é escrava do meu lamento

 Jardins à beira mar plantados, pérolas do oceano.

Açores minhas ilhas meus amores

Sou filha do nada

Filha encantada, filha rejeitada, filha mal amada

Sou tudo, sou nada, serei idolatrada

Amante insular

Um dia serei amada, PRINCESA ENCANTADA

 

Manuela Bulcão

publicado por poemasdaminhavida às 16:15
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