Quarta-feira, 17 de Março de 2010

Solidão

Solidão


Insólito pronuncio de falta de afectos

Suplico e solto palavras ao vento

Onde estás criatura?

Por colinas de amargura procuro

Não quero, nem consigo estar só

Quero tudo e nada tenho

Nesta solidão triste busco

 Fragmentos existentes de vidas passadas

Olhar perdido,

Lágrimas cristalinas não contidas

São cristas oceânicas, insulares e translúcidas

Num grito de dor lamento estar só

Solto um grito de êxtase dor e murmuro

São os custos da insularidade.

23-01-2010


Manuela Bulcão

publicado por poemasdaminhavida às 00:17
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